Museu Paulista, também chamado Museu do Ipiranga. A capital do Estado de São Paulo continua maravilhosa aos meus olhos. Gosto muito daquele lugar, apesar de seus inúmeros problemas que todos conhecem, como o trânsito, enchentes, poluição, violência etc.
Mas cada lugar da capital conta um pouco da história do Estado de São Paulo, do Brasil. E fazia muito tempo que não visitava novamente aquele museu da USP - Universidade de São Paulo.
A idéia em escrever esse texto relatando a visita ao museu não é contar sobre sua história, ou explicar sobre a formação da cidade de São Paulo. Contudo, sugiro que visite o site: http://www.mp.usp.br/historia.html para conhecer sobre o tema e obter esclarecimentos.
Só para registrar: O Museu Paulista da Universidade de São Paulo, conhecido também como Museu do Ipiranga ou simplesmente Museu Paulista, é um museu brasileiro localizado na cidade de São Paulo, sendo parte do conjunto arquitetônico do Parque da Independência. É o mais importante museu da Universidade de São Paulo e um dos mais visitados da capital paulista. É responsável por um grande acervo de objetos, mobiliário e obras de arte com relevância histórica, especialmente aquelas que possuem alguma relação com a Independência do Brasil e o período histórico correspondente. Uma das obras mais conhecidas de seu acervo é o quadro de 1888 do artista Pedro Américo, "Independência ou Morte". Um dos principais objetivos do museu é mostrar aos visitantes o protagonismo do povo paulista na História do Brasil.
(Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Ipiranga).
A maioria de nós ou talvez todos sabemos das incoerências sobre a colonização e independência do Brasil. Sabemos que a história registrada em alguns momentos não retrata o que de fato aconteceu. Deixemos esse problema para os historiadores resolverem.
O fato é que existe esta bela construção na cidade de São Paulo chamada Museu do Ipiranga que me faz refletir sobre algumas coisas. E é sobre essas reflexões que quero compartilhar neste texto. Vou compartilhar apenas uma reflexão.
Sentado nas escadas do Museu Paulista, pensei nos imigrantes vindos para o Brasil na época do descobrimento. Pensei nas aulas de história na escola, onde tínhamos livros com as ilustrações de quadros que compõe o acervo do visitado museu. E pensei: o brasileiro não tem o hábito de informar-se sobre sua história, origem, ideais que o constituiu como povo, como foi formada sua cidade, qual o nome das primeiras famílias que formaram seu bairro etc. Você saberia responder o nome do fundador da sua cidade?
Nós precisamos de referências. Saber que possuímos história, dentro de um contexto, me faz pensar que não existe acaso. Nossa existência não é fruto do acaso. Também me faz sentir colaborador na construção da história de nossa nação, deixando um legado para as próximas gerações.
Concluo perguntando, que tipo de estória você está construído com sua vida e que ao final contribuirá positivamente para a História, de forma a deixar um legado para as próximas gerações?
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