sábado, 4 de dezembro de 2010

Tempo Perdido

"Havia um tempo de cadeiras na calçada. Era um tempo em que havia mais estrelas. Tempo que as crianças brincavam sob a clarabóia da lua. E o cachorro da casa era um grande personagem. E também o relógio de parede! Ele não media o tempo simplesmente: ele meditava o tempo".

MÁRIO QUINTANA

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